25/11/2010

Pedro II ou Segundo Reinado

Introdução
Na História do Brasil, o governo de D. Pedro II (1840-1889) é conhecido como Segundo Reinado.
Foi uma época de grande progresso cultural e industrial. Os principais fatos do Segundo Reinado foram a Guerra do Paraguai, e a abolição da escravatura, com a assinatura da Lei Áurea, em 1888.
O Segundo Reinado iniciou-se a 23 de julho de 1840, com a declaração de maioridade de D. Pedro II, e teve o seu término em 15 de Novembro de 1889, quando o Império do Brasil foi derrubado pela Proclamação da República.
O regime monárquico novamente consolidou-se com a ascensão de D. Pedro II. A figura de D. Pedro II foi o eixo principal desse período. O prestígio internacional que o Brasil alcançou nessa época, e seu progressivo desenvolvimento social e econômico foram em grande parte devidos à firmeza com que D. Pedro II conduziu os destinos de nosso país.
Em 1847 foi criada o cargo de Presidente do Conselho de Ministros, que seria o chefe do Ministério, encarregado de organizar o Gabinete do Governo. Assim, o Imperador, em vez de nomear todos os ministros, passou a nomear somente o Presidente do Conselho, e este escolhia os demais membros do Ministério, retirando um elemento de desgaste político do imperador, sem que este tivesse diminuída sua autoridade.
A Política Externa e as Campanhas Militares
Consolidaram-se, também, os dois partidos políticos, Liberal(defensor de um poder local forte, com autonomia das províncias) e o Conservador(defensor do fortalecimento do poder central), ambos representantes dos proprietários rurais. Nossa política externa passou a ter prioridade, orientando-se no sentido de evitar o fortalecimento da Argentina, Uruguai e Paraguai, mantendo-se o equilíbrio sul-americano.Com isso, D. Pedro II procurou se aproximar dos dois partidos, ora nomeado ministro liberais, ora conservadores. Por temer retaliações por parte da Inglaterra, o imperador afastou-se dos conservadores e apoiou a presença dos liberais no governo.
As Campanhas Platinas
A região platina é formada pela Argentina, Paraguai e Uruguai. O rios que banham estes territórios constituíam o melhor caminho para atingir certas regiões de nosso interior, especialmente o Mato Grosso. Preocupado com a livre navegação no Rio da Prata, D. Pedro II enviou para a região um contingente militar, sob o comando de Caxias, vencendo a forças uruguaias.
A Guerra do Paraguai
Se estendeu de 1865 a 1870. Nessa época, sob o governo de Francisco Solano López, o Paraguai era um país praticamente auto-suficiente – produzia tudo àquilo que precisava – mas não tinha saída para o mar; para chegar ao mar passava pelo rio da Prata, nas fronteiras com o Brasil, a Argentina e o Uruguai, e tinha, por isso mesmo, interesse em aumentar seu território.
O Brasil tinha interesse em controlar a navegação por esses rios, que era o caminho mais fácil para o Mato Grosso. A Argentina pretendia que o Paraguai voltasse a fazer parte do seu território. A Inglaterra via na Guerra uma oportunidade de abrir o mercado paraguaio aos seus produtos. Juntando-se aos interesses, a Inglaterra emprestou dinheiro, a juros altos, e o Brasil, a Argentina e Uruguai entraram com soldados.
No fim de 5 anos de combates, a Inglaterra só ganhou – com o retorno do dinheiro emprestado e dos juros e com a abertura do mercado paraguaio ao seus produtos; o Brasil e a Argentina ganharam – terras paraguaias – e perderam – milhares de mortos e a destruição de suas economias; o Paraguai só perdeu – com a sua destruição, foram mortos três em cada quatro paraguaios, sua população passou de 800 000 para 194 000 habitantes.
Terminada a Guerra, o Império brasileiro estava com sua economia fortemente abalada e o exército passou a assumir posições contrárias à sociedade escravista.
Diversificação agrícola
O cacau, produzido na Bahia, a borracha, explorada na bacia do rio Amazonas, e o algodão, cultivado em larga escala no Maranhão, Pernambuco e Ceará, passam a ser produtos expressivos na economia brasileira. Em 1860 o algodão chega a ser o segundo produto de exportação nacional. A expansão de sua cultura, nesse período, é conseqüência da Guerra de Secessão norte-americana (1861-1865), que desorganiza a produção algodoeira dos Estados Unidos. A pecuária, embora voltada para o mercado interno, é a mais importante atividade econômica na região centro-sul. Também é responsável pela efetiva ocupação e povoamento do chamado Triângulo Mineiro e sul do Mato Grosso.
Indústria e serviços
As atividades industriais, pouco significativas nos primeiros decênios do século XIX, começam a crescer junto com a economia cafeeira, na segunda metade do século XIX. Enquanto de 1841 a 1845 apenas uma patente industrial é expedida, entre 1851 e 1855 esse número sobe para 40. Na década seguinte, são fundadas 62 empresas industriais; 14 bancos; 3 caixas econômicas; 20 companhias de navegação a vapor; 23 companhias de seguro; 4 companhias de colonização; 3 de transportes urbanos; 2 companhias de gás e construídas 8 estradas de ferro. Surgem grandes empreendedores no país, como Irineu Evangelista de Souza, o visconde de Mauá.
Irineu Evangelista de Souza (1813-1889), o visconde de Mauá, industrial, banqueiro, político e diplomata, é um símbolo dos capitalistas empreendedores brasileiros do século XIX. Inicia seus negócios em 1846 com uma pequena fábrica de navios em Niterói (RJ). Em um ano, já tem a maior indústria do país: emprega mais de mil operários e produz navios, caldeiras para máquinas a vapor, engenhos de açúcar, guindastes, prensas, armas e tubos para encanamentos de água. É pioneiro no campo dos serviços públicos: organiza companhias de navegação a vapor no Rio Grande do Sul e no Amazonas; em 1852 implanta a primeira ferrovia brasileira, entre Petrópolis e Rio de Janeiro, e uma companhia de gás para a iluminação pública do Rio de Janeiro, em 1854. Dois anos depois inaugura o trecho inicial da União e Indústria, primeira rodovia pavimentada do país, entre Petrópolis e Juiz de Fora. Em sociedade com capitalistas ingleses e cafeicultores paulistas, participa da construção da Recife and São Francisco Railway Company; da ferrovia dom Pedro II (atual Central do Brasil) e da São Paulo Railway (hoje Santos-Jundiaí). Inicia a construção do canal do mangue no Rio de Janeiro e é responsável pela instalação dos primeiros cabos telegráficos submarinos, ligando o Brasil à Europa. No final da década de 1850, o visconde funda o Banco Mauá, MacGregor & Cia., com filiais em várias capitais brasileiras e em Londres, Nova York, Buenos Aires e Montevidéu. Liberal, abolicionista e contrário à Guerra do Paraguai, torna-se persona non grata no Império. Suas fábricas passam a ser alvo de sabotagens criminosas e seus negócios são abalados pela legislação que sobretaxava as importações. Em 1875 o Banco Mauá vai à falência. O visconde vende a maioria de suas empresas a capitalistas estrangeiros.
Impulso à industrialização
Em 1844 é criada a tarifa Alves Branco, que aumenta as taxas aduaneiras sobre 3 mil artigos manufaturados importados. Seu objetivo é melhorar a balança comercial brasileira, mas acaba impulsionando a substituição de importações e a instalação de inúmeras fábricas no país. Com o fim do tráfico negreiro, os capitais empregados no comércio de escravos também impulsionam a industrialização.
Novas indústrias
Em 1874 as estatísticas registram a existência de 175 fábricas no país. Dez anos depois, elas já são mais de 600. Concentram-se em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul e empregam mais de 20 mil operários. O capital vem geralmente do setor agrário: vários fazendeiros diversificam seus negócios e transformam-se em capitães de indústria.
A Economia do Café
O café foi introduzido no Brasil no ano de 1717, porém a sua produção só veio adquirir importância no início do século XIX tendo como causa principal a decadência da produção do ouro, para onde estavam voltadas as atenções da economia da colônia. O café foi o fator de recuperação econômico-financeira do país: ele reintegrou a economia brasileira, essencialmente agrícola, nos setores em expansão do mercado mundial.
Além dos mercados europeus, o café brasileiro começa a invadir o mercado norte-americano, tornado, ainda neste século, o principal consumidor do Brasil. Por volta de 1870, o café representa 56% da pauta de exportações, atingindo 61% na década de 1880.
A organização das fazendas de café no vale da Paraíba e em Minas Gerais defrontou-se com a falta de mão-de-obra. A ampliação dos cafezais aumentou a necessidade de trabalhadores de tal forma, que foi preciso comprar escravos do exterior, embora os ingleses, de quem dependíamos economicamente, fizessem pressões para eliminar o tráfico negreiro.
Diante de tantas promessas não cumpridas em relação à extinção do tráfico, os ingleses decretaram o Bill Aberdeen, decreto através do qual a Inglaterra tinha o direito de aprisionar qualquer navio negreiro e julgar os traficantes. Esse decreto, além de não diminuir o comércio escravo, aumentou sensivelmente seu preço.
Finalmente, em 1850, cedeu-se às pressões inglesas e promulgou-se a Lei Eusébio de Queiroz, extinguindo-se definitivamente o tráfico. A solução para falta de mão-de-obra na lavoura cafeeira apoiou-se no incentivo à imigração.
As divisas provenientes do café, principal produto da economia, possibilitaram o pagamento dos financiamentos das obras do governo e posteriormente no setor industrial. A partir de 1850, alcança o Império, o equilíbrio orçamentário e a estabilidade cambial. Acumula-se capitais, efetuando-se obras administrativas de grande porte. Em pouco tempo as dívidas forçavam o imigrante a sujeitar-se a um regime de semi-escravidão. Em 1857, os colonos da Fazenda Ibicaba se revoltaram levando as autoridades germânicas a proibir a imigração para o Brasil. Fracassando o sistema de parceria, os fazendeiros passaram a pagar ou um preço fixo por alqueire trabalhado, ou uma remuneração fixa mensal: introduzia-se no país o trabalho assalariado.
Com a implantação da economia cafeeira em bases capitalistas, surge uma nova classe dominante: a burguesia cafeeira. Os proprietários ligados ao café comandavam todos os setores da economia, coisa que não acontecia nos engenhos de açúcar, onde os proprietários apenas cuidavam da produção, ficando a comercialização e o setor financeiro a cargo de outros setores. Grandes fazendas
As fazendas do Vale do Paraíba, primeiro centro cafeeiro da região Sudeste, não têm mais do que 50 mil pés de café. As do oeste paulista, por sua vez, chegam aos 600 mil ou 800 mil cafeeiros. Nos últimos anos do século XIX, tornam-se empresas modernas e mecanizadas – utilizam equipamentos aperfeiçoados, como ventiladores, despolpadores e separadores de grãos. Em conseqüência, surgem várias tarefas especializadas em seu interior, aumenta a divisão do trabalho e a produtividade.
O Declínio do Segundo Reinado
A crise do Império foi resultado das transformações processadas na economia e na sociedade, a partir do século XIX., somando-se conduziram importantes setores da sociedade a uma conclusão: a Monarquia precisava ser superada para dar lugar a um outro regime político mais adaptado aos problemas da época.
A crise do Império foi marcada por uma série de questões que desembocaram na Proclamação da República.
A Questão Abolicionista
Os senhores de escravos não se conformaram com a abolição da escravidão e com o fato de não terem sidos indenizados. Sentindo-se abandonados pela Monarquia passaram a apoiar a causa republicana, surgindo os chamados Republicanos de 13 de Maio (chamada assim por causa da data em que a Lei Áurea foi assinada). As principais leis que contribuíram para o fim da escravidão no Brasil foram: 1850, Lei Eusébio de Queiroz (extinguia o tráfico negreiro); 1871, Lei do Ventre Livre (os filhos de escravos seriam considerados livres, devendo aos proprietários criá-los até os oito anos); 1885, Lei dos Sexagenários (quando o escravo completasse 65 anos eles estariam libertos); e 13 de Maio de 1888, Lei Áurea (abolição total da escravidão, assinada pela princesa Isabel, que substituía provisoriamente o Imperador).
A Questão Religiosa
A questão religiosa consistiu num conflito entre a igreja e a monarquia dois bispos, D. Vital e D. Macedo Costa, que insistiram em aplicar no país determinações papais que não haviam obtido a aprovação (placet) do Imperador pois ,em 1864 foi criado a bula sylabeis onde o papa condena a maçonaria o imperador era maçon portanto não concedia Esse poder de veto imperial chamava-se beneplácito. Processados e condenados, o assunto serviu para afastar a igreja do trono.
A Questão Militar
Durante o Império havia sido aprovado o projeto Motepio, pelo qual as famílias dos militares mortos ou mutilados na Guerra do Paraguai recebiam uma pensão. A guerra terminara em 1870 e, em 1883 o montepio ainda não estava pago. Os militares encarregaram então o tenente-coronel Sena Madureira de defender os seus direitos. Este, depois de se pronunciar pela imprensa, atacando o projeto Montepio, foi punido. A partir de então, os militares ficaram proibidos de dar declarações à imprensa sem prévia autorização imperial.
O descaso que alguns políticos e ministros conservadores tinham pelo Exército levava-os a punir elevados oficiais, por motivos qualificados como indisciplina militar. As punições disciplinares conferidas ao tenente-coronel Sena Madureira e ao coronel Ernesto Augusto da Cunha Matos, provocou revolta em importantes chefes de Exército, como o Marechal Deodoro da Fonseca.
Proclamação da República
O Governo Imperial, percebendo, embora tardiamente, a difícil situação em que se encontrava com o isolamento da Monarquia, apresentou à Câmara dos Deputados um programa de reformas políticas, do qual constavam: liberdade de fé religiosa; liberdade de ensino e seu aperfeiçoamento; autonomia das Províncias; mandato temporário dos senadores.
Entretanto, as reformas chegaram tarde demais. No dia 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca assumiu o comando das tropas revoltadas, ocupando o Quartel General do Rio de Janeiro. Na noite de do dia 15, constituiu-se o Governo Provisório da República dos Estados Unidos do Brasil. D. Pedro II, que estava em Petrópolis durante esses acontecimentos, recebeu, no dia seguinte, um respeitoso documento do novo Governo, solicitando que ele se retirasse do País, juntamente com sua família.
Proclamada a República, no mesmo dia 15 de novembro de 1889, forma-se um governo provisório, sendo o chefe do governo Marechal Deodoro da Fonseca.

22/06/2010

I REINADO-Pedrão o “cara” ?


• 1821 Pedro da “galera”
• 1822 Independência do Brasil
-Versões: Dia de Fúria/Leolpodina/Maxwell
• 1823 Assembléia Constituinte ( Criar uma constituição)
-De um lado Partido Português ( formados pela elite lusitana instalada no Brasil eles queriam um governo autoritário e via com bons olhos uma recolonização do Brasil por Portugal) e do outro o Partido Brasileiro (formados pela elite fundiária eles queriam um regime liberal na qual tivessem participação política).
- Sendo maioria os brasileiros apresentaram o projeto da Constituição da Mandioca (ou seja, restrito as pessoas de maior renda).
-Pedro I nega esse projeto e manda as tropas cercar o prédio da Assembléia.
- Os deputados continuaram reunidos numa sessão de emergência ( Noite da Agonia)
-No dia seguinte, o imperador dissolveu a Constituinte e nomeou o Conselho de Estado ( que criou a nova constituição na qual a mesma foi outorgada)
• Constituição de 1824
-Essa constituição foi autoritária e absolutista, houve a criação de um quarto poder o moderador.
“o poder moderador é a chave de toda organização política, e é delegado privativamente ao imperador(...) para que, incessantemente, vele sobre a manutenção da independência, equilíbrio e harmonia dos demais poderes políticos” Artigo 98-Constituição 1824
- União entre Estado e Igreja ( os bispos eram nomeados pelo governo)
-Padroado e Beneplacido
-As províncias não tinham autonomia
• Queda da popularidade ( motivos: constituição de 1824, crise econômica,confederação do Equador)
- Crise econômica: todos os produtos no qual o Brasil exportava estava em baixa, algodão (EUA), açúcar ( Antilhas), couro ( Argentina), pressão inglesa para acabar com o tráfico negreiro.
-Empréstimos, desvalorização da moeda.
• Confederação de Equador:
Motivos: Insatisfação com o governo ( economia e constituição)
Estopim: Nomeação do presidente da província
- Os revoltosos ocuparam Recife e proclamaram a República (Ceará,Paraíba, Rio Gde do Norte foram províncias que aderiram a causa).
Consequência: Fuzilamento de Frei Caneca/ As tropas imperiais saquearam e assassinaram várias pessoas na região.

• Guerra da Cisplatina: Em 1825, os uruguaios se rebelaram contra o Brasil
- 4 anos antes D. João VI havia anexado o Uruguai ( Cisplatina) ao Brasil
- Após 3 anos de guerra D.Pedro I se vê obrigado a reconhecer independência da região.
Consequência: Durante a guerra ( 3 anos), a guerra onerou ( gastou) muito o país, essa derrota contribuiu para o enfraquecimento político de D.Pedro I.
• Sucessão do Trono Português: Após a morte de D. João VI ( 1826), seu filho (Pedro I) tinha direito ao trono, mas renunciou em nome da filha, Maria da Glória ( brasileira), porém como a mesma ainda era criança seu tio D.Miguel ( irmão de D.Pedro I) governou a ter chegar a maioridade de sua sobrinha.
- Miguel tomou o trono de forma definitiva o que fez que Pedro se envolvesse muito na política portuguesa e esquecesse os problemas brasileiros.
• Assassinato de Líbero Badaró: Durante manifestações em S.P ( 1830), Badaró( jornalista, feroz oposicionista de Pedro) foi morto.
- Os responsáveis da morte eram pessoas ligadas a Pedro I.
• Abdicação: Visitas as províncias
-Vila Rica
-Noite das garrafadas
- Abdicação do Trono ( 7 de abril de 1830) para seu filho D.Pedro II ( 5 anos).
- D.Pedro I volta a Portugal e é coroado D. Pedro IV.

08/06/2010

Período Joanino


PERÍODO JOANINO

· 1808 Chegada da F.R/ Abertura dos Portos as Nações Amigas

· Banco do Brasil, Imprensa Régia,escola de medicina, indústrai de ferro, biblioteca naiocnal.

· 1815 Elevação do Brasil a Reino Unido

· 1817 Revolução Pernambucana

· 1820 Revolução do Porto

REVOLUÇÃO DE 1817

· LÍDER: Frei Caneca

· MOTIVOS:

· Os mesmo não eram novos se agravaram desde 1808

· Os senhores de engenho se sentiram prejudicados com a fiscalização portuguesa

· Sentimento antilusitano

· 1815 com a crise econômica nordestina ( baixa dos preços)

· 1816 uma intensa seca

· Mesmos assim tinham que pagar os impostos

· O Rio se formavam “a nova Lisboa”, havia uma grande insatisfação.

· Influencias Iluminista ( França e EUA)

· Proprietários Rurais desejava a separação de Portugal

· Fim da centralização

· Desejavam tomar o controle ( economia, monopólios, impostos)

· Eles queriam apenas mudanças políticas

· O latifúndio e a escravidão seriam mantidos, a economia seria exportadora.

· Não pensavam em igualdade social, e sim acabar com a dominação colonial.

· A outra camada queria mudanças sociais, igualdade para todos.

· República

· O clima era tenso para abafar uma possível rebelião mandou prender alguns membros da maçonaria.

· Fato que levou os revoltosos a precipitar o levante.

· Rio Grande do Norte, Paraíba

· Ataque por terra e mar

· Punições severas ( os presos foram obrigados a caminhar 600km a pé e acorrentadas até Fortaleza demoraram um mês para chegar ao destino)

· CURIOSIDADE: Avó de José de Alencar participou dessa revolução ( D. Bárbara de Alencar) a primeira presa política do Brasil.

10/11/2009

Guerra do Paraguai


Contexto:
Ø Segundo Império
Ø O café seguia sua marcha para oeste paulista
Ø E as idéias abolicionistas davam os primeiros passos
Ø 11 de novembro 1864 a 1 março 1870

Versões

Ø Tríplice Aliança (custeada pela Inglaterra)
Ø Comércio de algodão
Ø Como surgiram os países que estavam em guerra?
Ø O nascimento da república Argentina , ocorreu depois de muitas guerras.
Ø Uruguai nasceu em 1828 após três anos de luta entre argentinos, brasileiros e partidários da independência.
Ø A Inglaterra via com bons olhos a criação do país, iria servir para estabilizar o Rio do Prata.
Ø Paraguai que tinha seus descendentes de índios guaranis, não aceitaram a se submeter à burguesia Portenha.
Ø Espanhóis bloquearam o acesso ao mar
Ø O líder paraguaio José Gaspar de Francia e se torna o ditador perpétuo.
Ø Carlos Antonio López, proclama a independência 1842.
Ø Seu Francisco Solano López vai para a Inglaterra comprar armamento e recrutar técnicos.
Ø Aumenta o interesse pelo controle da navegação dos Rios Paraguai e Paraná.
Ø O Brasil neste momento preocupava com a Argentina ( Rio Grande do Sul)
Ø A relação com o Uruguai era tranqüila ( Mauá)
Ø A relação com o Paraguai dependia de como estava com a Argentina.
Ø A idéia de formação de uma aliança contra o Paraguai era remota
Ø Essa aproximação começou em 1862, quando Mitre chegou no poder da Argentina.
Ø Isso se deu espaço para novas rivalidades
Ø 1863 o Brasil rompe relações diplomáticas com a Inglaterra ( apreensão de navios brasileiros)
Ø No país um clima de exaltação patriótica
Ø O Brasil invade o Uruguai, em 1864 com objetivo de ajudar o colorados no poder.
Ø López considerou que o expansionismo brasileiro e argentino estava por sufocar o Paraguai.
Ø Em 11 de novembro de 1864, uma canhoneira paraguaia aprisionou no rio Paraguai o navio brasileiro Marquês de Olinda.
Ø Em 1864, López pede autorização para a Argentina para passar com tropas, visando atacar o Rio Grande do Sul e no Uruguai.
Ø López caiu por terra
Ø No Brasil e na Argentina acreditava que a guerra seria um passeio.
Ø A tríplice Aliança tinha 27 mil soldados
Ø O Paraguai tinha 64 mil, fora os veteranos que eram 28 mil
Ø Houve a necessidade de ser integrado os voluntários da Pátria.
Ø O exército brasileiro foi se consolidando na guerra
Ø 1865 a marinha brasileira sob o comando do almirante Tamandaré, destroçou o Paraguai, em território argentino na batalha conhecida como Riachuelo (impedia sua única via de acesso ao mar)
Ø 1866 a maior batalha campal da guerra, consolidada ao general Osório.
Ø A nomeação de Caxias para o comando da guerra, que foi pedido ao partido conservador.
Ø 1868 a Argentina se afasta da guerra
Ø O Brasil se vê obrigado a partir para ofensiva.
Ø Caxias para ser substituídos por Conde d`ÈU
Ø Após vários combates,o Brasil derrota o pequeno exército paraguaio
Ø Solano López é morto em seu acampamento em 1870.

Conseqüências da Guerra

Ø A modernização do Paraguai ficou no passado
Ø 50% da população morreu, restaram velhos, mulheres e crianças.
Ø O Brasil se viu endividado com a Inglaterra, com a qual tinha restaurado as relações diplomáticas.
Ø Porém a maior conseqüência foi afirmação do exército com uma instituição com fisionomia e objetivos próprios.

08/11/2009

Esquema Ditadura Militar de 1964-1985


Introdução
Podemos definir a Ditadura Militar como sendo o período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Esta época vai de 1964 a 1985. Caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar.
O golpe militar de 1964
A crise política se arrastava desde a renúncia de Jânio Quadros em 1961. O vice de Jânio era João Goulart, que assumiu a presidência num clima político adverso. O governo de João Goulart (1961-1964) foi marcado pela abertura às organizações sociais. Estudantes, organização populares e trabalhadores ganharam espaço, causando a preocupação das classes conservadoras como, por exemplo, os empresários, banqueiros, Igreja Católica, militares e classe média. Todos temiam uma guinada do Brasil para o lado socialista. Vale lembrar, que neste período, o mundo vivia o auge da Guerra Fria.
Este estilo populista e de esquerda, chegou a gerar até mesmo preocupação nos EUA, que junto com as classes conservadoras brasileiras, temiam um golpe comunista.

Os partidos de oposição, como a União Democrática Nacional (UDN) e o Partido Social Democrático (PSD), acusavam Jango de estar planejando um golpe de esquerda e de ser o responsável pela carestia e pelo desabastecimento que o Brasil enfrentava.
No dia 13 de março de 1964, João Goulart realiza um grande comício na Central do Brasil ( Rio de Janeiro ), onde defende as Reformas de Base. Neste plano, Jango prometia mudanças radicais na estrutura agrária, econômica e educacional do país.

Seis dias depois, em 19 de março, os conservadores organizam uma manifestação contra as intenções de João Goulart. Foi a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, que reuniu milhares de pessoas pelas ruas do centro da cidade de São Paulo.

O clima de crise política e as tensões sociais aumentavam a cada dia. No dia 31 de março de 1964, tropas de Minas Gerais e São Paulo saem às ruas. Para evitar uma guerra civil, Jango deixa o país refugiando-se no Uruguai. Os militares tomam o poder. Em 9 de abril, é decretado o Ato Institucional Número 1 (AI-1). Este, cassa mandatos políticos de opositores ao regime militar e tira a estabilidade de funcionários públicos.
GOVERNO CASTELLO BRANCO (1964-1967)
Castello Branco, general militar, foi eleito pelo Congresso Nacional presidente da República em 15 de abril de 1964. Em seu pronunciamento, declarou defender a democracia, porém ao começar seu governo, assume uma posição autoritária.
Estabeleceu eleições indiretas para presidente, além de dissolver os partidos políticos. Vários parlamentares federais e estaduais tiveram seus mandatos cassados, cidadãos tiveram seus direitos políticos e constitucionais cancelados e os sindicatos receberam intervenção do governo militar.
Em seu governo, foi instituído o bipartidarismo. Só estavam autorizados o funcionamento de dois partidos: Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e a Aliança Renovadora Nacional (ARENA). Enquanto o primeiro era de oposição, de certa forma controlada, o segundo representava os militares.
O governo militar impõe, em janeiro de 1967, uma nova Constituição para o país. Aprovada neste mesmo ano, a Constituição de 1967 confirma e institucionaliza o regime militar e suas formas de atuação.
GOVERNO COSTA E SILVA (1967-1969)
Em 1967, assume a presidência o general Arthur da Costa e Silva, após ser eleito indiretamente pelo Congresso Nacional. Seu governo é marcado por protestos e manifestações sociais. A oposição ao regime militar cresce no país. A UNE (União Nacional dos Estudantes) organiza, no Rio de Janeiro, a Passeata dos Cem Mil.
Em Contagem (MG) e Osasco (SP), greves de operários paralisam fábricas em protesto ao regime militar.
A guerrilha urbana começa a se organizar. Formada por jovens idealistas de esquerda, assaltam bancos e seqüestram embaixadores para obterem fundos para o movimento de oposição armada.
No dia 13 de dezembro de 1968, o governo decreta o Ato Institucional Número 5 ( AI-5 ). Este foi o mais duro do governo militar, pois aposentou juízes, cassou mandatos, acabou com as garantias do habeas-corpus e aumentou a repressão militar e policial.
GOVERNO DA JUNTA MILITAR (31/8/1969-30/10/1969)
Doente, Costa e Silva foi substituído por uma junta militar formada pelos ministros Aurélio de Lira Tavares (Exército), Augusto Rademaker (Marinha) e Márcio de Sousa e Melo (Aeronáutica).
Dois grupos de esquerda, O MR-8 e a ALN seqüestram o embaixador dos EUA Charles Elbrick. Os guerrilheiros exigem a libertação de 15 presos políticos, exigência conseguida com sucesso. Porém, em 18 de setembro, o governo decreta a Lei de Segurança Nacional. Esta lei decretava o exílio e a pena de morte em casos de "guerra psicológica adversa, ou revolucionária, ou subversiva".
No final de 1969, o líder da ALN, Carlos Mariguella, foi morto pelas forças de repressão em São Paulo.
GOVERNO MEDICI (1969-1974)
Em 1969, a Junta Militar escolhe o novo presidente: o general Emílio Garrastazu Medici. Seu governo é considerado o mais duro e repressivo do período, conhecido como " anos de chumbo ". A repressão à luta armada cresce e uma severa política de censura é colocada em execução. Jornais, revistas, livros, peças de teatro, filmes, músicas e outras formas de expressão artística são censuradas. Muitos professores, políticos, músicos, artistas e escritores são investigados, presos, torturados ou exilados do país. O DOI-Codi (Destacamento de Operações e Informações e ao Centro de Operações de Defesa Interna ) atua como centro de investigação e repressão do governo militar.
Ganha força no campo a guerrilha rural, principalmente no Araguaia. A guerrilha do Araguaia é fortemente reprimida pelas forças militares.

O Milagre Econômico
Na área econômica o país crescia rapidamente. Este período que vai de 1969 a 1973 ficou conhecido com a época do Milagre Econômico. O PIB brasileiro crescia a uma taxa de quase 12% ao ano, enquanto a inflação beirava os 18%. Com investimentos internos e empréstimos do exterior, o país avançou e estruturou uma base de infra-estrutura. Todos estes investimentos geraram milhões de empregos pelo país. Algumas obras, consideradas faraônicas, foram executadas, como a Rodovia Transamazônica e a Ponte Rio-Niteroi.
Porém, todo esse crescimento teve um custo altíssimo e a conta deveria ser paga no futuro. Os empréstimos estrangeiros geraram uma dívida externa elevada para os padrões econômicos do Brasil.
GOVERNO GEISEL (1974-1979)
Em 1974 assume a presidência o general Ernesto Geisel que começa um lento processo de transição rumo à democracia. Seu governo coincide com o fim do milagre econômico e com a insatisfação popular em altas taxas. A crise do petróleo e a recessão mundial interferem na economia brasileira, no momento em que os créditos e empréstimos internacionais diminuem.

Geisel anuncia a abertura política lenta, gradual e segura. A oposição política começa a ganhar espaço. Nas eleições de 1974, o MDB conquista 59% dos votos para o Senado, 48% da Câmara dos Deputados e ganha a prefeitura da maioria das grandes cidades.
Os militares de linha dura, não contentes com os caminhos do governo Geisel, começam a promover ataques clandestinos aos membros da esquerda. Em 1975, o jornalista Vladimir Herzog á assassinado nas dependências do DOI-Codi em São Paulo. Em janeiro de 1976, o operário Manuel Fiel Filho aparece morto em situação semelhante.
Em 1978, Geisel acaba com o AI-5, restaura o habeas-corpus e abre caminho para a volta da democracia no Brasil.
GOVERNO FIGUEIREDO (1979-1985)
A vitória do MDB nas eleições em 1978 começa a acelerar o processo de redemocratização. O general João Baptista Figueiredo decreta a Lei da Anistia, concedendo o direito de retorno ao Brasil para os políticos, artistas e demais brasileiros exilados e condenados por crimes políticos. Os militares de linha dura continuam com a repressão clandestina. Cartas-bomba são colocadas em órgãos da imprensa e da OAB (Ordem dos advogados do Brasil). No dia 30 de Abril de 1981, uma bomba explode durante um show no centro de convenções do Rio Centro. O atentado fora provavelmente promovido por militares de linha dura, embora até hoje nada tenha sido provado.
Em 1979, o governo aprova lei que restabelece o pluripartidarismo no país. Os partidos voltam a funcionar dentro da normalidade. A ARENA muda o nome e passa a ser PDS, enquanto o MDB passa a ser PMDB. Outros partidos são criados, como: Partido dos Trabalhadores ( PT ) e o Partido Democrático Trabalhista ( PDT ).
A Redemocratização e a Campanha pelas Diretas Já
Nos últimos anos do governo militar, o Brasil apresenta vários problemas. A inflação é alta e a recessão também. Enquanto isso a oposição ganha terreno com o surgimento de novos partidos e com o fortalecimento dos sindicatos.
Em 1984, políticos de oposição, artistas, jogadores de futebol e milhões de brasileiros participam do movimento das Diretas Já. O movimento era favorável à aprovação da Emenda Dante de Oliveira que garantiria eleições diretas para presidente naquele ano. Para a decepção do povo, a emenda não foi aprovada pela Câmara dos Deputados.

No dia 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral escolheria o deputado Tancredo Neves, que concorreu com Paulo Maluf, como novo presidente da República. Ele fazia parte da Aliança Democrática – o grupo de oposição formado pelo PMDB e pela Frente Liberal.
Era o fim do regime militar. Porém Tancredo Neves fica doente antes de assumir e acaba falecendo. Assume o vice-presidente José Sarney. Em 1988 é aprovada uma nova constituição para o Brasil. A Constituição de 1988 apagou os rastros da ditadura militar e estabeleceu princípios democráticos no país.

09/08/2009

AMÉRICA: ENCONTRO DE CULTURA?

• É tudo aquilo produzido pela humanidade ( concreto ou abstrato)
PERGUNTA: Dê dois exemplos de culturais em nossa cidade?
• Nem todas as culturas são iguais, por isso não existem culturas “atrasadas” ou “adiantadas”
• As culturas não são isoladas elas sempre interagindo ( mostrar que nessa troca a perdas e ganhos)
• QUAL A FUNÇÃO DA CULTURA?
• Preparar o indivíduo para viver em sociedade, aprendendo assim costumes, linguagens, gestos...
• É POR ISSO, QUE ÀS VEZES ESTRANHAMOS CULTURAS DIFERENTES DAS NOSSSAS.
• Colombo Vs Nativos do Caribe ( ambos não estavam preparados para aquele encontro)
• Foi um encontro ou desencontro?

A EXPECTATIVA DOS EUROPEUS E A REALIDADE QUE ENCONTRARAM

• Os europeus já tinham uma expectativa do novo mundo ( eles achavam que seria um PARAÍSO TERRESTRE essas informações vinham dos viajantes)
• Esses obstáculos indicava aos europeus a certeza de inúmeras maravilhas do outro lado do oceano.
• O PARAÍSO TERRESTRE estaria na Ásia. Pq? Relatos escritos e por causa de Marco Pólo ( veneziano) que passou 16 anos navegando pelo interior da china.
• O grande sonho dos europeus do séc. XV e ter acesso as riquezas do Oriente.
• Esse é objetivo de Colombo, por isso que em 1492 a corte espanhola financia sua expedição.
• Quando ele chega ao Caribe, e porque ele está procurando uma forma de chegar ao Oriente pelo mar.
• Quando ele chega a Cuba ele pensa que está no Japão ( Mostrar o quanto ele era fiel a Marco Pólo e seus relatos).
• -Por gestos Colombo pergunta onde tem ouro aos índios
• - Ele responde que tem em grande quantidade na terra de um poderoso cacique “Colbanacã”
• - Colombo fez referência ao Grande Khan ( Soberano império chinês)
• Depois desse acontecimento Colombo volta a Europa para falar de seu feito
• RELATO DO COLOMBO PAG 5.
• A Europa passar a ter uma visão inferiorizada da América.
• Américo Vespúcio fala que esse povo é um povo desordenado sem organização e o português Magalhães Gandavo diz que os nativos no Brasil viviam “desordenados e não se preocupavam com isso”.
Esses povos eram desordenados?
• Para a maioria dos europeus os povos da América eram todos iguais e inferiores.
• POR QUE ELES NOS ACHAVAM INFERIORES?
• Nus, canibalismo, e por não darmos valores aos metais preciosos.
• Não havia uma organização política homogênea. Alguns povos se destacaram como: os Incas e Astecas.

Eurico Gaspar Dutra ( 1946-1951)

· Dutra entra no poder depois da deposição de Vargas

· Constituição de 1946 ( era bastante liberal, voto para maiores de idade alfabetizados e a mesma passou a garantir fundamentos dos direitos humanos, CPI’s).

· Era obrigatório a presença dos parlamentares no Congresso.

· PLANO SALTE ( Saúde, Alimentação, Transporte e Energia)

· Dutra sai de cima do muro e posiciona ao lado dos EUA

· American Way of life ( inflência do estilo de vida americano no Brasil).

· Dutra gastou as reservas do Brasil ( 7oo milhões de dólares) com futilidade e sucata de guerra.

· Colocou o PCB na ilegalidade

A SUCESSÃO DE DUTRA

· As manobras de sucessão começaram antes da metade do mandato

· O pólo era Vargas

· Ademar de Barros Ademar não tinha chance de concorrer mais seria um bom aliado nas eleições presidenciais.

· Ademar apoiou Vargas

· Dutra negou-se a apoiar Vargas

· Defendeu a bandeira da industrialização e da ampliação das leis trabalhista

· Modulou seu discurso a cada estado que percorria

· Foi eleito